Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2007

6

Começava a ver um terreno verde pouco acidentado e pensava para comigo que com sorte ainda mantinha a nave inteira. O Saay, coitado, continuava desligado. Puxei os travões traseiros com toda a força, accionando os amortecedores para o embate não ser catastrófico.

Após alguns solavancos consegui finalmente aterrar. Pelo que me pareceu neste planeta não existem árvores, só plantas rasteiras. Sempre serviram de pista de aterragem. A nave, já parada, começava a deitar um fumo estranho que entrava pela cabine a dentro, tornando o ar quase irrespirável

- Tenho de sair daqui imediatamente. Vou levar apenas ferramentas e o Saay .

Abro a porta lateral direita e a algum custo levo o meu pesado amigo. A rampa de descida ficara um pouco empenada, mas consegui sair. Quando já estava no solo, puxei por último Saay . Notei que a temperatura era realmente alta. Felizmente trouxera um comprimido extremamente útil para este problemas. O Sol no planeta Terra levara-nos a inventar este triste mas necessário remédio.

Mesmo assim dirigi-me para a parte inferior da nave, assim conseguia manter-me à sombra. Ainda estive um tempo a abrir o cérebro de Saay .

- Pronto. Estas de volta a vida amigo.

- Olá Pedro! - responde-me Saay .

- Nem sonhas a falta que me fazes...- pensei comovido - Mas temos de ver onde nos metemos. Precisamos de sair deste planeta e para isso concertar a nave.

Quando começava a admirar os longo horizonte verde, reparei que vultos pequenos corriam na nossa direcção.  Traziam armas, não era bom sinal.

- Saay , está na hora de me ajudares. Liga os teus jactos e vamos para outro lugar.

Subi para a plataforma que saia dos pés de Saay e de seguida começamos a voar.

- Para Oeste Saay , rápido!

Consegui ver do alto a quantidade de plantas verdes, pareciam uma espécie de relva alta. Olhei em meu redor, mas tudo parecia verde. Só ao fundo via duas rochas rectangulares como se marcassem a entrada de um castelo medieval.

Enquanto voava liguei o detector de formas de vida de Saay . Indicava-me apenas uma.

- Estranho - pensei - Umas rochas tão altas a proteger um local com um habitante?

Segui o trajecto até a essa entrada, ordenando a Saay que descesse uns metros antes. Não queria dar nas vistas

continua...

publicado por buxi às 23:54
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